Como lidar em algumas situações e emergências com seu veículo

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Como lidar em algumas situações e emergências com seu veículo

A maior parte dos motoristas pensa que sabe como comportar-se ao substituir o pneu ou no momento em que o automóvel ferve. Porém atenção ao comportar-se como todo mundo ou executar o que parece mais óbvio. Veja algumas situações no qual um pequeno descuido pode converter o conserto de emergência num bom prejuízo na oficina.

SEU AUTOMÓVEL AQUECEU DEMAIS? FIQUE FRIO!

A primeira atitude é abrir o capô, certo? Então não faça isto. Aguarde a saída do vapor pelas vias de exaustão do veículo. Caso contrário, você receberá uma grande porção de fumaça no cara, com perigos para a saúde. Mais fundamental ainda é não abrir o reservatório que armazena o líquido de arrefecimento. No momento que ele esquenta, vira uma panela de pressão, jorrando água escaldante e provocando queimaduras caso seja aberto. Aguarde o arrefecimento do motor, complete o nível do reservatório com produto exclusivo ou água e procure, de imediato, um automático.

PEGAR NO TRANCO PODE NÃO SER BOM

Até atualmente muita gente acha que precisa fazer um automóvel pegar no tranco se acabar a bateria. Saiba que isso pode causar complicações, como a sobrecarga no circuito eletrônico.    Também há mais ameaças: o catalisador ser arruinado pela maior injeção de combustível, enquanto a correia dentada pode se abrir com a exigência de um circuito mais forte. O certo é contatar seu mecânico ou um guincho para mandar o veículo para uma oficina.

RODAS TRAVADAS     

Não estranhe se seu carro amanhecer com as rodas travadas: as lonas são capazes de grudar nos tambores após   uso do breque de mão. Contenha seus instintos e não tente soltar a roda travada se arrastando pela rua: isso talvez arruíne o conjunto. A melhor recomendação é engatar, repetidas vezes, a primeira e a ré, até que possa ser feita a liberação das rodas. Se não funcionar, chame um guincho.

 BATERIA ACABOU? EVITE A CHUPETA  

Quem nunca fez a famosa chupeta no momento em que a bateria acabou? A situação é corriqueira, especialmente em veículos que permanecem parados por bastante tempo. No entanto, atenção: embora funcione na maior parte dos casos, forçar a bateria pode provocar danos no sistema elétrico. O primeiro perigo está em utilizar um cabo emprestado por uma pessoa que pode não ter a tamanho certo e estar em más condições, com emendas. O segundo equívoco está no procedimento, como confusão na posição dos polos, forma de usar os veículos ou amperagem das duas baterias.

O ideal seria realizar a carga com a bateria fora do veículo, apoiada pela bateria auxiliar externa – os serviços de guincho das seguradoras costumam possuir uma. Se o problema está se repetindo ou se a ligação direta não ter êxito em 2 ou 3 tentativas, é demonstração de que não tem o que fazer: a bateria necessita ser trocada.

TROCA DE PNEUS NÃO É TÃO FÁCIL

As setas em baixo-relevo na base lateral dos veículos não estão ali para ornamento. Elas indicam o lugar certo para apoiar o macaco e fazer a troca dos pneus. Caso aplicado em posição errada, o equipamento pode cair e achatar a carroceria do automóvel.

QUEIMOU A LÂMPADA? FIQUE ATENTO! 

Substituir as lâmpadas dos faróis necessita de mais precauções do que parece. Primeiro, verifique se as lâmpadas estão frias, para evitar queimaduras. Melhor do que isto, um dos principais equívocos é tocar nas lâmpadas, inclusive que elas estejam frias. A oleosidade natural da pele pode provocar rachaduras no vidro ao ser abafado. Na retirada, remova a lâmpada e a descarte depressa. Para colocar as novas, use proteção, ou seja rápido. Caso contrário, precisará limpar o bulbo com álcool isopropílico de consumo eletrônico para eliminar a oleosidade impregnada.

Em situações como as citadas acima, não se apavore. Tudo tem jeito e uma cartilha a seguir para saber como agir. Mantenha a calma e siga nossas dicas!

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